O que incorporadoras, bancos, governo e pesquisadores mostraram no fórum da Abrainc, e o que isso muda para quem vende, repassa e entrega imóveis
Receber o estudo completoCada ponto a menos de juros coloca 1,3 milhão de famílias no mercado. Bancos, Caixa e incorporadores pediram equilíbrio fiscal e juros menores.
83% das unidades contratadas desde 2023 vieram do FGTS. Em 2025 foram 662.556 contratos, cada um a conduzir até o registro.
O MCMV Classe Média atende renda até R$ 13 mil e imóvel até R$ 600 mil, inclusive na planta, com juros de 10%.
Só 3% da Geração Z paga mais de R$ 100 mil de entrada, contra 40% dos Baby Boomers.
83% da Geração Z vê a moradia atual como temporária. Em 10 anos, só 18,9% esperam estar no mesmo imóvel.
Cada pagamento do comprador passa a gerar um evento fiscal ligado ao documento da venda. 2026 é o ano de teste.
Pós-obra e repasse entraram na lista de variáveis que, sem controle, viram problema.
Unidade vendida que não chega ao registro é caixa parado. É essa parte que a Ristra organiza para a incorporadora.
Os números de cada painel, as falas com nome e empresa, a leitura da Ristra sobre cada tema e o que levamos para o pós-venda.
Relato e leitura de Olavo Lara Resende, cofundador da Ristra, que acompanhou os painéis em São Paulo em 7 de outubro de 2026. Os números são das instituições e dos palestrantes citados, com a fonte de cada um indicada no estudo. A Ristra não participou da organização do evento.
Dez páginas com o que foi dito no palco, separado da nossa leitura:
A Ristra cuida de financiamento, ITBI, escritura e registro. A incorporadora acompanha cada unidade em tempo real, e o comprador sabe sempre em que etapa está e o que falta.
O simples seguido à risca
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